terça-feira, 30 de dezembro de 2014

[fonte] A lição do cavalo alazão

Conta-se que um fazendeiro, dono de excelentes cavalos de muita valia, nos trabalhos de sua propriedade rural, recebeu um dia a notícia de que o preferido dele, um alazão forte e muito bonito, havia caído num poço abandonado.

O capataz que lhe trouxe a má notícia estava desolado porque o poço era muito fundo e pouco largo e não havia como tirar o animal de lá, apesar de todos os esforços dos peões da fazenda.

O fazendeiro foi até o local, tomou tento da situação e concordou com seu capataz: não havia mais o que fazer, embora o animal não estivesse machucado!

Não achou que valia a pena resgatá-lo, ia ser demorado e custaria muito dinheiro.

Já que está no buraco - disse ao capataz - você acabe de enterrá-lo, jogando terra em cima dele. Virou as costas, preocupado com seus negócios, e os peões de imediato começaram a cumprir a sua ordem. Cinco homens, sob o comando do capataz, atiravam terra dentro do buraco, em cima do cavalo.
A cada pazada, o alazão se sacudia todo e a terra ia-se depositando no fundo do poço seco. Os homens ficaram admirados com a esperteza do animal: a terra ia enchendo o poço e o cavalo subindo em cima dela!

Não demorou muito e o animal já estava com a cabeça aparecendo na saída do poço; mais algumas pazadas de terra e ele saltou fora, sacudindo-se e relinchando, feliz!

MORAL DA HISTÓRIA

Não aceite a terra que jogam sobre você os que querem enterrá-lo em vida; reaja com confiança, mexa-se, procure o seu espaço, suba sobre essa terra e aproveite para subir cada vez mais, agradecendo os que, pensando feri-lo, estão lhe dando a oportunidade de crescer material e espiritualmente.

Quando pensarem que você "já era", a sua vitória será ainda mais espetacular .

Arrisque! Viver É arriscar. O homem que vai mais longe é o que, em geral, está disposto a fazer e a arriscar.

Autor Desconhecido

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

[fonte] Você sabe realmente o que quer para mudar sua vida?

Você muda de ares, de corte de cabelo, de endereço, de companhia, de cidade, de trabalho. Muda tudo. Então, você se enche de entusiasmo e parece ter uma energia inacabável. Tudo ganha novos contornos e você pensa: “finalmente estou onde devia estar”.

Daí o tempo passa. O ar parece pesado, o corte de cabelo não assenta mais, o endereço não é dos melhores, as companhias revelam seus lados não bonitos, a cidade já não tem tantos atrativos, o trabalho parece mais do mesmo. Então, você se sente no vazio, sem força para nada. Tudo parece como era antes, ou até pior, e você pensa: “preciso mudar tudo de novo”.

Conhece o enredo? Consegue adivinhar as cenas dos próximos capítulos?

Talvez tenha faltado o aviso de que mudar é bom, mudar é ótimo, desde que a gente mude do jeito certo e as coisas certas. Muitas vezes o que precisa ser mudado é a nossa crença de que não pode haver vazios ou de que a gente precisa estar sempre se sentindo abarrotado para estar satisfeito. Podemos suportar (e acredite, você pode até desfrutar) um pouco de silêncio, de “não sei”, de simplesmente estar presente sem milhões de planos para o próximo passo, e isso é bom.

Mudar a necessidade e a obrigação de estar sempre eufórico e sair bem na foto, caso contrário, a gente nunca vai chegar à colheita. Vai estar sempre correndo atrás do próximo ponto mais alto da montanha-russa, que vai ser sempre seguido de pontos muito baixos – viagem maluca que pode ser uma delícia quando se está no parque de diversões, mas é insustentável quando passa a acontecer no nosso mundo emocional.

Mudar o foco excessivo no externo e observar o mundo interno: “o que estou precisando encarar dentro de mim? O que precisa de reparos, mudança e novos ares aqui dentro? O que estou relutando em encarar e que me faz dar procurar tantas coisas do lado de fora? Que fome real eu preciso aplacar?”. Mudar nossa tendência em encontrar culpados e pontos falhos, passar a enxergar o que há de bom, o que há de positivo, o que há de potencial. Mudar também o foco excessivo no próprio umbigo, ver que existem milhões de oportunidades, acontecimentos e vida latente ao nosso redor.

Mudar a vibração que mantemos em cada situação e ambiente, escolher o tom, ao invés de ter de sempre recomeçar do zero quando algo não nos agrada. Experimentar começar de onde está. Mudar a crença de que as coisas vão lhe abastecer e começar a se responsabilizar por sua energia. Na real não há um reservatório, você é que precisa gerar sua energia e fazer a manutenção do que alcançou.

E se, antes de soar o alarme de incêndio, você simplesmente respirasse fundo e se perguntasse, esperando a resposta vir da parte mais profunda de si: “o que eu realmente quero e do que preciso agora?”. Talvez a resposta até seja mudança de ares, mas aí já não será no ritmo de quem foge de um incêndio, mas sim de alguém que se prepara para uma jornada. Sem fuga, mas uma decisão de fazer uma passagem, onde se pode curtir cada passo da caminhada, sem a ânsia pelo pote de ouro ao final do arco-íris.

Segredo a ser descoberto, que é a ironia de tudo, é que o pote de ouro costuma estar bem mais perto do que a gente imagina. Talvez nem seja bem o pote de ouro a recompensa, e sim o arco-íris ao longo do caminho. Mas a gente se distrai.

Fonte: Texto de Juliana Garcia, publicado em Nômades Digitais.

domingo, 21 de dezembro de 2014

[fonte] Quanto eu olho para mim

Eu olho para mim,

Onde sinto o calor do sol,
Onde posso vislumbrar a beleza cintilante das estrelas,
Onde posso sentir a leveza da minha respiração,
Onde a compaixão cresce,
Onde a minha alegria me acalenta o coração,
Olho para mim e vejo o reflexo de tantas outras pessoas,
Onde se expressam através do meu conhecimento,
Onde se misturam com as minhas ambições,
Onde se manifestam nos meus sentimentos,
Eu olho para a minha força,
Sinto-a a vibrar a cada desafio,
A crescer na profundidade da minha alma,
Eu olho e vejo imensas formas da vida se expressar em mim,
Onde posso reconstruir-me a cada decepção,
Onde posso relembrar-me das minhas conquistas,
Onde posso amar e ser amado,
Olho para mim e percebo tudo aquilo que posso realizar,
Como é bom olhar para mim e sentir o pulsar da vida,
Olhando para mim, sinto-me bem-aventurado,
Olhar e poder ver a beleza de estar vivo e poder crescer dentro de mim,
Olho e vejo-me a transformar-me na vida e a vida a transformar-se em mim,
Eu e a vida somos ambos a mesma coisa,
Como é bom olhar-me, ver-me, ver a vida a fluir e eu a fluir com a vida.

- Miguel Lucas

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O poder de um grande objeto de metal

Olha para essa linda caixa retangular, com vários cristais líquidos luminosos. Como brilha, como é bela e admirada. Sua perfeição está no detalhes prateados que o cercam e no ouro que reluz de sua faceta.

Veja, como é maravilhoso olhar a imagem que ela representa, dela surgirá uma magia jamais vista anteriormente, uma diversidade de cores que lembram a perfeição do arco iris.

Seus pés tem as curvas feitas por mãos divinas, não há distorções, nem borrões.

Sua bordas tiveram todo o cuidado minimalista que somente um Deus poderia ter.

O homem ficará encantado com sua mistificação e então ele a abriu e de lá escaparam a Senilidade, a Insanidade, a Doença, a Inveja, a Paixão, o Vício, a Praga, a Fome e vários outros males, que se espalharam e tornaram miserável a existência do homem a partir de então.

Dulcinéa tentou fechá-la, mas já era tarde demais, o homem havia sido corrompido pelo seu imenso poder.

Os antigos a chamariam de Caixa de Pandora, atualmente ela é conhecida como Televisão.


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

[fonte] Libertando-se de uma prisão psicológica

“Em mim habitam muitas limitações, preconceitos e insensibilidades impostas pelos outros, pela sociedade e cultura.
Às vezes tão incisivas que me fazem olhar para mim de forma rígida, cheias de “ses” e “devias”,
Critico-me a mim, aos outros, às coisas, aos ricos, aos pobres, aos muçulmanos, aos cristãos, aos gays, aos do norte, aos do sul,
Sempre com a dose certa de malícia, suficiente para obscurecer a minha bondade, empatia, compaixão, solidariedade,
Tudo isso por medo, por tomar partido, por proteção, por vaidade, por supremacia, talvez até por sobrevivência,
Dia a após dia, vou ficando encarcerado pela minha maledicência que me afasta do amor,
O amor, tantas vezes esquecido,
justifico esse esquecimento pela mágoa, pela “casca” dura que o olhar com desdém construiu,
Vivo dentro dessa fortaleza que me afasta da humanidade,
Que me mantém longe da expressão livre e simplista da minha mais profunda natureza – o amor e a capacidade de ser amado,
Nos recônditos da prisão que construí á minha volta, sempre no pressuposto de me proteger, de afastar “aqueles” que julgo serem diferentes (piores),
Isolei-me de todos, inclusive dos que julgo serem iguais a mim,
Olhei mais profundamente e à minha volta vi tantos iguais a mim, também eles presos nas suas prisões construídas por eles próprios,
Eu, eles, e os outros, estamos vivendo em prisões que nos obrigam a distanciarem-nos,
que nos obrigam a deixarmos de nos expressarmos livremente com as convicções que deveriam ser respeitadas,
Que nos impedem de nos ajudarmos,
que nos impossibilitam de nos olharmos como iguais num mundo que é de todos e para todos,
Talvez todos, eu você e os outros devêssemos abrir as nossas próprias prisões (corações) e contribuir para que outros abram também as portas das suas próprias prisões (corações),
Corações abertos são a expressão de uma alma fraterna.
Vamos abrir os nossos corações.”

- Miguel Lucas

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

[fonte] Por que passamos tanto tempo da nossa vida procurando ser algo?

Por que passamos tanto tempo da nossa vida procurando ser algo? Que luta é essa que não nos deixa viver o presente e ser simplesmente o que somos? Essa tirinha, escrita por Caio Godoy e com arte de Eduardo Lages, para o Croniquadrinhos, vai te fazer refletir sobre isso.

Veja só.







Fonte: http://www.hypeness.com.br/2013/12/uma-tirinha-para-voce-encarar-a-vida-de-um-outro-modo/

A escuridão que está lá no fundo

He: "Está escuro lá atrás."

She: "Acenda a Luz oras"

He: "Já acendi, e mesmo assim a escuridão persiste"

She: "Oh my God"

He: "Eu não vou lá de jeito nenhum. Como poderia eu, pensar em levar mais alguém lá. "

He: "É preciso buscar mais luz, é preciso levar luz para aquele local escuro."

She: "Mas qual necessidade?"

He: "Assim eu e mais pessoas poderemos habitar o local!"

She: "Precisa de ajuda?"

He: "Preciso de luz"

She: "E onde vais encontrar?"

He: "Pensei em ir à uma casa de material elétrico."

Seller: "110 ou 220 senhor?"

He: "110, obrigado."

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Bom dia! É segunda-feira

PIPIPI PIPIPI PIPIPI PIPIPI

“E vamos a informação do dia, não é importante, mas é bom que você saiba, são sete horas e dezoito minutos dessa maravilhosa manhã ensolarada de segunda-feira...”

Ele levanta e vai, sem coragem e sem vontade, mas o movimento é inerte, não pode parar. Primeiro a higiene, depois a vestimenta. Café hoje? Não há tempo, não há pó, só resta o pó dele que deveria ter ido ao mercado no sábado que passou.

Liga o carro, que carro? Ah, verdade ele não tem. A caminhada até o ponto leva mais ou menos 5 minutos “quantos minutos”, poderiam ser nenhum, ou algum menos demorado.

Nublado, escuro. Mas não estava ensolarado? Que bela mentira logo pela manhã, mas vamos lá.

Bom dia o/. Bom dia \o. Bom dia \o/. Mas que bom seria, ser um bom dia, ou não ser apenas mais um dia. Tec tec  tec tec, 1, 2, 3, 4. Números, letras, alfabeto e cálculo. Béeeee chegou o lanche. Vá rápido ok? Ainda faltam alguns tec tec e outros 1 2 3 4.

Tec...tec...zzz... tec a parte 2 sempre é nível Hard. Continua, continua, o tic tac continua, mas demora não? Ah demora, mas continua, esta quase na hora, aquela hora.

Fim!

Só que não “fique mais um pouco, a outra semana não foi tão produtiva, mais 2 horas de tec tec”.


Ó meu Deus! É só a ele que ele pode recorrer agora...

...e quem dera fossem 2 horas mesmo. 

domingo, 14 de dezembro de 2014

Um dia inusitado com um resultado inesperado

Venho até vocês compartilhar um fato que aconteceu em minha vida no mês de Junho/2009 que passou.

O fato ocorreu na segunda semana de junho.Na véspera do feriado do dia 11, na quarta-feira, estávamos eu e mais 3 amigos indo para um churrasco encontrar um outro pessoal para assistir o jogo do Brasil... Estávamos todos felizes e sorridentes (cantarolando até)

Quando no meio do caminho, um buraco feito pela empresa de saneamento e esgotos nos deixa numa situação nada agradável. Enfim, ATOLAMOS. Nessa noite passamos frio, fome, sede, medo, vontade de assistir ao jogo, etc.

Até riamos da situação, porque também compartilhávamos algo em comum no que diz respeito aos nossos relacionamentos.

Então surge a ideia de jogarmos na mega-sena, na época estava acumulada em 20 milhões. Então escolhemos 4 números, estes seriam os 4 números das nossas dias de aniversario, respectivamente (04,06,10,23). Os outros dois, foram dias de aniversário de outros 2 amigos que não estavam presentes(18, 29).

Até então, nenhum dos 4 mantinha o hábito de apostar na mega-sena, muito menos acreditado na hipótese de ganhar. Fora que existem os conflitos que nos leva a pensar logicamente nas chances de se ganhar algo num sorteio que envolve milhões de pessoas com milhões de possibilidades. Mas dessa vez foi diferente!

Resultado... Não ganhamos! Nem nos decepcionamos, afinal, quem iria realmente acreditar que iriamos ganhar milhões pelo simples acaso de um atolamento?

Eis que este mesmo prêmio da mega-sena chega a acumular até 55 milhões. E até chegamos a comentar “Hei, vamos jogar de novo!”, mas acabou que não jogamos.

Passado o sorteio resolvi olhar por curiosidade o resultado prêmio da mega-sena. E me deparo com os seguintes números: 02-04-06-10-23-45

A primeira coisa q veio a cabeça foi “Ah, se tivemos jogado teríamos acertado na quadra”. Mas o mais intrigante e curioso foi, os 4 números do meio são os 4 números dos dias do aniversário dos 4 que estavam no atolamento aquele dia. 

Como bem trabalhado na lógica e raciocínio me prestei a fazer o calculo matemático para encontrar os outros 2 números restantes.

1) Números faltantes? 02
2) Soma dos números escolhidos + 2 ? 45.

Plim! Resultado da Mega-Sena.

Sempre acreditei que essas coisas só aconteciam em filme, e até agora não estou acreditando. Mas enfim, acho que isso foi uma mera coincidência.

Abraços a todos,



sábado, 13 de dezembro de 2014

A pulga atrás da orelha

A Pulga atrás da orelha
É estranho sentir e não saber o que é, tenho vivido experiências assim em identificar um sentimento e tentar descobri-lo. Não sei o que é, mas é importante que eu ao menos saiba. Não preciso resolvê-lo, mas identifica-lo, pois sei que ele está ali.

A pulga atrás da orelha agora é em relação a nossa relação, como descobrir? O que é? Não consigo identificar, apenas sentir, quando vem é em forma de agonia e aperto no coração. Não sei por que, como se estivesse sendo traído ou enganado.

Seria alguma farsa? Falta algo que anseio e tenho expectativa em relação a você? Algum assunto passado não resolvido? Falta de confiança?

Algo que pude perceber talvez como uma pontinha seja o fato de eu ter pedido e você não ter respondido SIM. Ao menos eu não lembro? Senti a emoção, mas não senti o SIM e quando questionei, mesmo que na brincadeira, ao invés de genuinamente reafirmar, você procurou justificar que respondeu sim ou que colocar a aliança já era um sim.

Estaria você evitando em tomar essa decisão definitiva também?

Talvez esse seja meu medo e o motivo da minha angústia, em talvez chegar lá na frente – 6 meses, um ano, cinco anos – e descobrir que você queria outra coisa, ou que nós não daremos certo.
Tem me incomodado muito não poder sentir novamente aquela “química” entre nós – eu gosto de você, te amo, mas não vem à química que era mais comum antes – entendo que ela não tem que ocorrer sempre, mas ela se esvaeceu.

Poderia atribuir culpados, eu poderia culpar minha doença, poderia culpar sua imaturidade, poderia culpar a forma como nossos pais nos criaram, mas não há culpados nessa história. Só estou buscando encontrar a “paz interior” pra ambos.

Estou tentando me empolgar e me animar positivamente em relação a nós, mas não estou conseguindo. É como se eu desce partida na moto, ela ameaçasse pegar e morresse novamente =(
Talvez isso tudo seja muito difícil de ler, mas se não faz sentido nenhum eu gostaria que você genuinamente me falasse que não é isso ao invés de tentar justificar um ponto de vista.

Eu estou me redescobrindo novamente e têm sido perfeitos os últimos dias, descobri e comecei a me apaixonar por mim novamente e é tão perfeito! E de fato sim, por vezes acabo “deixando você de lado”, não é proposital, é que é tão prazeroso redescobrir algo que eu gosto em mim que quero aproveitar aquele momento particular. E quando você interfere nesses momentos eu fico muito irritado.


Talvez o que me incomode também é o fato de sermos apenas expectadores dos problemas um do outro. Não consigo estabelecer uma parceria entre nós, simplesmente não há. E a parceria seria algo diferente de “pode contar comigo aqui”, pois é o que eu faço e é como enxergo sua posição também.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

[fonte] Crises trazem oportunidades de crescimento

Geralmente esquecemos que é por meio das situações desagradáveis que crescemos e nos tornamos capazes de viver as alegrias afetivas. Os momentos que consideramos felizes e belos são apenas como a moldura bonita de uma linda pintura ou como a cereja do bolo. A verdadeira beleza do quadro é a pintura em si: todo o caminho de construção, todas as experiências vividas e aprendidas para conseguir chegar aos momentos agradáveis. O verdadeiro sabor delicioso está no bolo, no conteúdo da relação, com todos os seus momentos bons ou ruins, e não na cereja, representada pelas horas de alegria.

Em cada briga, em cada minuto da rotina maçante e em cada desgaste está a construção e a superação em nome do amor. A verdadeira beleza está na perseverança, na capacidade de escolhermos nos manter no amor, apesar de toda pressão e desarmonia. Aí reside a verdadeira beleza. Aquilo que consideramos muitas vezes sem graça, chato e ruim na vida amorosa carrega uma beleza infinita representada pela força, superação, e crença de que é possível continuar acreditando no amor. Isso não quer dizer que a vida afetiva ou os relacionamentos devam então ser cheios de brigas e dificuldades para serem bonitos, mas sim repletos da vontade genuína de cada pessoa de aprender e evoluir no amor. Não o desejo de viver sempre o mais alegre, romântico e apaixonado, mas de querer amar de verdade, com tudo que isso realmente significa.

O QUE VOCÊ PRECISA APRENDER?


Para isso, é preciso estarmos abertos para rever nossos conceitos do que é belo e feio na vida afetiva. Momentos de angústia e solidão, brigas, momentos de distância do parceiro, ainda que desagradáveis, trazem um enorme potencial de aprendizado e mudança. Eles realmente continuarão sendo feios se não alcançarmos a beleza do seu potencial construtivo, e simplesmente nos mantermos presos ao que eles trazem de negativo. Por trás do sentimento de solidão pode estar a oportunidade de fortalecimento da autoestima. As brigas evidenciam as conciliações que precisam ser realizadas nas relações."Por trás do sentimento de solidão pode estar a oportunidade de fortalecimento da autoestima. As brigas evidenciam as conciliações que precisam ser realizadas nas relações."

As distâncias indicam que há algo a ser melhor trabalhado entre os parceiros ou possibilitam um momento de individualidade para que cada pessoa possa enxergar melhor a si mesma em determinado momento. Esses são apenas alguns exemplos da beleza que existe naquilo que parece feio, afinal, por trás de absolutamente todas as situações desagradáveis sempre existe uma oportunidade.

Por outro lado, os momentos aparentemente mais belos podem carregar um enorme vazio quando são forçados e superficiais. Movidos pelo medo da rejeição, deixamos passar os desconfortos da relação para vivermos a aparente harmonia. Entregues à nossa carência, forçamos a barra para que o outro esteja sempre ao nosso lado para não nos sentirmos sós. Achamos que queremos viver o amor por meio da busca por um par amoroso, quando na realidade estamos fugindo de nossa incapacidade de amar a nós mesmos. É preciso estar atento à genuinidade da beleza que vivemos e aceitarmos sua fugacidade.

VEJA ALÉM DAS APARÊNCIAS


As aparências enganam, e se não formos capazes de ir além da superficialidade das situações e pessoas, corremos o risco de nos decepcionar com o feio e nos encantar pelo falso belo, que em algum momento vai mostrar sua verdade e se tornar feio também. Para viver a beleza do amor é preciso buscar a verdade que vai além das aparências. Isso nos garante viver sempre o belo, independente do que aconteça.
O amor é lindo porque representa uma das oportunidades mais valiosas e enriquecedoras de crescimento que podemos viver, seja através das experiências alegres ou tristes, bem sucedidas ou frustradas. A beleza do amor está sempre disponível, basta ter olhos para ver (a verdade). Quando retiramos as lentes de ilusão e idealização, nos tornamos capazes não só de enxergar, mas de viver e ser esta beleza!

Que possamos ser a beleza do amor a cada instante de nossa vida.

Atualmente a precariedade dos vínculos é um fator que colabora para a escassa duração dos relacionamentos amorosos. Ocorre que a dinâmica familiar contribui muito para essa situação, pois é no seio da família que a pessoa vai definir seus padrões básicos de comportamento e a sua forma específica de ser e de reagir em todas as situações. Também é no ambiente doméstico que a pessoa construirá os mecanismos que usará para viver e sobreviver, e tomará suas decisões ao compreender e se relacionar com as pessoas e as situações.

Este padrão se constrói na vivência das relações familiares, das normas e das regras que são passadas de forma sutil, nos olhares, nos toques, nas palavras e nas atitudes. Normalmente, uma pessoa que cresceu em uma família na qual suas necessidades emocionais não foram atendidas - ou seja, indivíduos que não se sentiram apoiados e valorizados, ou que se relacionaram em ambientes conturbados - poderão ver sua realidade como fria, vazia ou solitária. Essas pessoas poderão apresentar dificuldades como: dependência afetiva, imaturidade, autoestima prejudicada e insegurança.

Geralmente, pessoas carentes afetivamente atraem relacionamentos confusos e insatisfatórios, por se apresentarem ao mundo como se estivessem muito necessitadas de amor, carinho e atenção. Correm o risco de se sentirem rejeitadas, não valorizadas e menosprezadas pelo parceiro ou parceira. Nesses casos, os relacionamentos dão a falsa impressão de preencherem este vazio sentido por elas. Mas no momento em que ocorre a separação, a pessoa percebe a solidão que sente em si mesma. Então, corre o risco de retomar a relação conturbada ou de se envolver em um novo relacionamento frustrante, pois o outro nunca será capaz de suprir essa falta que sentem.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Pensamento positivo, pois todo o universo se unirá a VOCÊ!

É o que eu acabei de ouvir isso e agora faz muito mais significado. EU TENHO UM VIDA, uma vida cheia de … VIDA. Sim! Tudo que está em mim e ao meu redor é VIDA.
Meu pai, minha mãe, meu irmão, minha família são parte da minha vida, meus amigos e colegas com que divido parte do meu tempo saindo para lazer e se divertir rindo, bebendo e comendo. As pessoas com quem cruzo todos os dias e dando apenas um simples BOM DIA são parte da minha vida também.

O ar que eu respiro, a arvore que eu admiro, a flor que eu cheiro, a roupa que eu toco o som de um cachoeira que eu ouço e Deus, tudo isso é minha vida.

Este estado de profunda reflexão sobre um situação que poderia ser melhor, esta repetida mais um vez após um ano, a REJEIÇÃO. FODA-SE! Ela ainda é parte da minha vida, só que de outra maneira. O quanto as partes da minha vida podem influenciar positiva o negativamente a outra? Isso está ERRADO! Não. Eu quero é ser feliz, VIVER e AMAR! Quero me dar ao mundo e receber de voltar em perfeita dança.

“Jamais” perder a determinação, a determinação de VIDA! CARALHO! 

Compreender que o apego não é saudável a minha vida através da sabedoria e dos ensinamentos, e nada menos que isso.

Quero reler isso daqui a alguns dias, ou menos, quero reler isso amanhã! E poder rir das bobagens e saber que já é passado.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

[fonte] O amor não é nada do que me disseram

Quando falamos em amor, a tendência é pensarmos em romance, carinho, jantar à luz de velas e noites intermináveis de paixão. O amor é lindo... Até a hora em que o romance vira briga, o carinho é substituído por raiva, e a pessoa parceira não aparece para o jantar ou dorme antes da noite começar.

Tudo é indiscutivelmente lindo quando atende as nossas expectativas, quando não precisamos lidar com dificuldades, e as situações acontecem do jeito que a gente quer. Porém, é só algo sair diferente do que esperamos e já começamos a não achar o amor tão bonito assim. Geralmente valorizamos os bons momentos junto à pessoa amada, mas queremos esquecer as brigas e as dificuldades da vida afetiva.

Aline, protagonista da história "O amor não é nada do que me disseram", que faz parte do livro "Para que o amor aconteça", da Coleção Personare, já viveu esse tipo de situação. Ela narra como a cada momento de seu relacionamento com Leo, quando tudo parecia lindo, algo acontecia e o sonho acabava se tornando um pesadelo.

Expectativas não atendidas, traições, divergências, frustrações, sofrimento - questões e sentimentos como esses poderiam fazer Aline perder a esperança no amor, levando-a a acreditar que o sentimento não é afinal tão lindo assim.

Mas Aline foi compreendo ao longo de seu relacionamento que o amor é muito mais simples e bem menos glamouroso do que as novelas, filmes e contos de fada nos fazem acreditar. E abrindo mão dos conceitos idealizados, ela foi descobrindo a real beleza do amor.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Buscando algo que não sei o que é

Busco algo que não sei o que é
tentando encontrar nas pessoas
nos amigos,
e não amigos,
os mais íntimos,
os não tão chegados.


Busco naquela que sempre me faz bem,
mas não encontro o bem do passado feito,
porque o agora nunca se repete,
indefinível,
variável,
instável,
e passageiro.


Até mesmo essas palavras escritas,
já ficaram no passado,
restando apenas o agora
e a expectativa e ansiedade
do que será pra frente.
Esperança tenho de encontrar
o indefinido vazio que me preenche.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

[fonte] Se eu tivesse...

Se eu tivesse falado do amor que sentia, se eu tivesse perdoado, aconselhado, se eu tivesse me calado...
Estas são afirmativas que costumam fazer parte dos nossos pensamentos em alguns momentos da vida.
Diante da perda de um ente querido ou no momento em que sabemos estar próxima a nossa partida para a Pátria Espiritual, a sensação de que se poderia ter feito muito mais, é causa de uma das grandes dores do ser humano.
Pensamos que poderíamos ter sido mais cuidadosos nos relacionamentos com os amigos e amores, ter nos doado mais ao próximo, realizado aquele sonho... ou simplesmente poderíamos ter amado mais.
O arrependimento pelo bem que não foi feito é doloroso.
Conveniente seria se vivêssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, não mais nos é possível fazê-lo.
Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por não termos as condições que julgamos ideais para cumpri-lo.
Dizemos a nós mesmos que não temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que não temos coragem ou disposição, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos saúde de menos.
Essas afirmativas apenas demonstram o nosso desânimo frente às situações que a vida nos apresenta.
Colocamo-nos facilmente na condição de depender de algo ou de alguém para agir, quando toda ação depende exclusivamente da nossa própria vontade.
*  *  *
Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa própria consciência nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.
Obstáculos sempre serão encontrados e dificuldades pessoais todos nós as temos pois fazem parte do estágio evolutivo em que nos encontramos.
Com coragem, paciência e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.
Quando nos mantemos ligados a Deus, sentindo-O em nosso íntimo, qualquer objetivo que nos propusermos a alcançar não nos parecerá distante e encontraremos a força necessária.
Seja a realização de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perdão a alguém que estimamos, se não tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.
Diante da história de nossas vidas, olhemos para trás para perceber o quanto já aprendemos, o quanto já crescemos.
E, no caso de constatar que não fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade que Deus nos concedeu para escolher os próprios caminhos, não deixemos o desânimo se instalar.
Sempre há uma boa lição a ser retirada das experiências vividas.
É hora de caminhar com fé e entusiasmo no coração. Hora de fazer renascer a esperança, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.
A coragem nos impulsiona a agir.

Vivamos com a sensação de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, não precisemos dizer para nós mesmos: Se eu tivesse...

domingo, 7 de dezembro de 2014

Quanto tempo leva para descobrir um coração?

Quanto tempo leva para descobrir um coração?

É relativo e proporcional ao calor que o outro coração pode fornecer, afinal, se descobri-lo bruscamente, ele sentirá frio.

Um olhar, um sorriso,
Uma carta, um beijo,
Um chocolate, um desejo,
Um carinho, um amigo,

São todas comunicações dadas em sua forma no melhor momento que julgado foi, por nossas mentes. Se foi certo ou errado, não sei, só sei que foi.

Seus olhares, junto ao seu sorriso, formam sua mais bela forma, quando juntos, posso ver a beleza que ela tem.

Da carta seguida de um beijo, pude sentir que não era só chocolate ou um mero desejo.


Do carinho de almas humanas no toque e no abraço... Algo além do amigo.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Por que nós perdemos muito tempo?

Nós perdemos muito tempo reclamando daquilo que não temos,
planejando um futuro sonhador que ainda não chegou,
lamentando e chorando pelas magoas passadas,
cuidando da vida de todos que nos rodeiam,
dando atenção demais a futilidades do dia a dia,

 Que dera um dia poder...


Desfrutar e agradecer a tudo que temos,

viver o momento presente e nada menos que isso, 
encarar as magoas como experiências para nosso crescimento,
cuidar mais da própria vida e saúde do corpo,
dar atenção devida ao que realmente é necessário, 

Quem dera um dia... saber viver.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

[fonte] Ser ou não ser, eis a questão

Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e flechas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provocações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.

Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais-herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.

Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.

Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,

Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação

Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias

Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?

O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;

E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.""[...]

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Sonhos, Vida e Tempo

A VIDA, confundida entre realidade e sonhos, vivências e pensamentos...

O TEMPO, que passa, ora passa que a gente nem vê, ora é mais demorado que tartaruga manca...

Convergindo TEMPO e VIDA, me leva ao questionamento em uma palavra e muitas dúvidas: APROVEITAR.

Devo eu aproveitar mais a vida? Estou aproveitando a vida da maneira que vivo? Aproveitar dela é realmente algo importante? E se eu não aproveitar? Como aproveitar? Quando aproveitar? 

OPA, “Quando” é tempo, então não aproveito todo o tempo.

Aquele minuto, àquela hora, aquele dia, mês, ano... Quantos anos?

Eu perco a conta... Nem sei mais se devo contar o tempo.

E quanto a viver? Eu sei que eu vivo, mas será que eu tenho vida?

E então eu busco a vida... Mas opa! Se eu busco então eu não tenho vida?
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As quatro estações

Inverno de 2011


Moleque malandro, feliz, cheio de pinta e mala com seu gol vermelho todo cheiroso. Se achando lindo e maravilhoso com o novo penteado do cabelo que havia feito relaxamento.
De bem com vida, preocupado apenas com o trabalho de segunda a sexta, sem grandes obrigações, alegre e contente com os amigos, bebendo regularmente aos finais de semana, só pra “matar o tempo”.

Encontra uma menina, que estava mais pra mulher de tão bela que estava na noite, lhe chamando atenção, pelos detalhes pontuais no seu jeito de se vestir, de chegar, de falar e agir, e chamando atenção por algo que ainda não tem explicação científica, que muitos chamam de Sexto sentido.
Pronto! Tava ali feita à magia do inverno. E no frio, tudo é lindo e belo, o sorriso dos lábios cortados pelo vento de quem anda de moto, a blusa de lã quente que realça os detalhes do rosto e escondem as partes mais indiscretas, o perfume que se mantém por mais tempo, entre outros.

O inverno de que aquele rapaz jamais poderá esquecer... Marcado por esse encontro.

Primavera se foi...


“... e com ela meu amor
Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz”

Aquele menino que amava e não sabia, tentava descobrir o que era amor... Via seus sonhos podendo, quem sabe, se tornar realidade.

Buscando não se iludir, respeitar o tempo e as situações.

Paciente, persistente, incisivo, determinado e poderia arriscar dizer APAIXONADO.

Mas era orgulhoso também, não admitia, guardava as flores que desabrochavam dentro dele só pra ti... Ainda havia desconfianças e receios.

Ao mesmo tempo em que desacreditava, uma força maior o impulsionava ao caminho do que um dia ele iria chamar de AMOR.

Uma primavera conturbada, entre conflitos e desentendimentos. Novas descobertas sobre cada um dos dois, uma pessoa entendendo melhor os motivos da outra...

E quase ao final dela, a realização de um sonho maravilhoso daquele moreno sonhador... Um final de semana prolongado inteiro com os amigos e ELA. Longe de tudo e de todos, isento das amarras impostos pelos pais, liberdade para respirar o lindo e puro ar daquele mar, que mesmo em dia de chuva, é maravilhosamente prazeroso.

Ok! Está decidido! é COM ELA QUE ELE vai namorar.

E mais um sonho foi realizado, e o pedido foi feito. SIM! Foi a resposta dela.

Summer hits


Quem é essa pessoa? Que é esse tal que de repente começa a fazer parte da minha vida? Porque pensar tanto em alguém ao acordar, ao dormir, durante o dia?

Questionamentos que provavelmente passou na cabeça de ambos, com a estranheza do novo relacionamento que ali iniciava.

E mais conflitos vieram e proporcionalmente veio o AMOR. Dito e feito, ele disse primeiro “Eu te amo”, ela humildemente respondeu “Eu te amo também”... E no coração daquele menino homem que ali realizava mais um sonho, parecia não existir mais nada entre o céu e terra, o chão sumia, o peso do corpo se esvaecia e não havia mais pensamentos... Somente... Aquele momento.

E o final do verão... Bem no último final de semana, eles foram para mais uma viajem.

Dessa vez acompanhada apenas do ótimo casal de amigos, dividindo espaço no bom e velho gol vermelho do primeiro encontro, em uma viajem para o melhor final de semana na praia que aquele moreno de um metro e setenta e poucos já havia tido.

No outono as folhas caem...